SOBRE
DISCOGRAFIA

O SKYLAB X finaliza uma série começada em 1999. É ao mesmo tempo o final de um ciclo e síntese de um trabalho que foi construído sob o signo da diferença.


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Sinopse
 

A poesia não é mais a mesma. Chega às livrarias pela Rocco o primeiro livro de Rogério Skylab, Debaixo das rodas de um automóvel, com sonetos marcados pela mesma irreverência apresentada ao público em seus seis CDs. O poeta Skylab, assim como o compositor, é surpreendente e engraçado, com sua visão de mundo cínica e soturna e seu humor negro escatológico.

O autor costuma dizer que compor "é uma distração, um desvio, uma alienação, uma transcendência". Em suas poesias ele transcendeu. Ao lado do deboche e do escárnio, há momentos de doçura como quando ele fala de seu universo vivido, sua relação com as ruas do bairro de Botafogo, com o shopping center onde ele diz flanar observando as vitrines coloridas e as pernas das moças. Essa relação com a casa, com o quarto, o bairro, o lugar é revelada em grande parte dos sonetos. Outros temas percorridos por Skylab são o tédio, os amores, a solidão, o desterro e a desesperança.

Em sua poesia, Skylab consegue descrever de maneira crua imagens, cenários, acontecimentos cotidianos que, de tão corriqueiros, foram banalizados. Situações vividas diariamente sem serem notadas: é desse material descartado no dia-a-dia que ele constrói seus versos, e atira de volta ao leitor perplexo os sentimentos, pensamentos e impressões jogados fora. São sonetos imagéticos: o leitor é capaz de ver o poeta deitado esperando a morte; roubando um livro para abastecer suas cinco estantes repletas de obras furtadas; ou o transeunte pensativo no caminho para o trabalho após observar um atropelado morto-vivo.

Pouco auto-indulgente, Skylab diz achar-se horrível, inapelavelmente nu e só em "Feriado Nacional". Já em "Curriculum Vitae" avisa não ter diplomas, que sua única experiência é ficar sentado no sofá e "de vez em quando escrever à mão coisas de somenos importância" para, debochado, perguntar no final se quem sabe um dia não será aproveitado. Duro e lírico, ao falar de cartas de amor que teria escrito, Skylab diz ter descoberto os memorandos: "rápidos e sem nenhuma sutileza como uma porrada no estômago". Os versos de Skylab também são como um soco no estômago, mas que deixa marcas sutis em quem lê.

 


Edição esgotada. Envie um email para ser informado sobre um futuro relançamento:
email: rogerio_skylab@uol.com.br